Fórmula para o fracasso!
Foram os campeonatos estaduais que deram origem as maiores rivalidades que vemos hoje em dia. É assim em todos os estados, o Gre-Nal , o San-São, o Fla-Flu, entre outros. Em Pernambuco não podia ser diferente, a rivalidade em Recife é enorme com os três times da capital disputando o título anualmente. Para se ter uma ideia o último ano que nenhum dos três o Náutico, o Santa Cruz e o Sport conquistaram o título foi em 1944. E logo no ano de seu centenário a fórmula, a arbitragem e os públicos fantasmas baixaram o respeito do campeonato.
E hoje no dia da semi-final o Sport pode entrar em campo com time reserva, dando total prioridade a Copa do Nordeste, já que mesmo se o time for goleado pelo Santa basta ganhar de 1 x 0 na ilha que o jogo vai pros pênaltis. Só não é mais bizarro que o cartão amarelo valer como critérios de desempate, coisas que só acontece no futebol pernambucano. Foi criado ainda um hexagonal de rebaixamento para os times que não conseguiram se classificar para a fase seguinte, todos os ingressos para esse jogos foram trocados pelo programa do governo, e o público? Quase nenhum. Não é difícil vê time escolhendo o árbitro da partida, além da pressão que é feita nos "escolhidos", e a violência que afasta os torcedores nos grandes clássicos.
Está na hora de resgatar o verdadeiro clima do futebol pernambucano, com estádios lotados, a paz que reinava em anos anteriores, fazendo com que os jogos fossem praticamente com torcida divididas e o respeito e a moral que tinha o vencedor, e é bom que as medidas sejam tomadas logo, antes que o pernambucano não vire um campeonato abandonado, ou como é o Paranaense hoje em dia aonde as maiores equipes mandam seus jogos com os times sub-23.
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